Descubra o que é neuromarketing e como ele pode amplificar suas vendas

por Válvula em 7 de junho de 2019

O Neuromarketing é um campo que aplica princípios da neurociência para explicar o comportamento humano. Esse conhecimento é utilizado nas pesquisas de marketing para entender melhor o comportamento do consumidor, de acordo com os princípios de motores cognitivos, sensoriais e afetivos, como resposta aos estímulos de marketing recebidos. Quer saber mais sobre como isso funciona e como usar essas estratégias a favor do seu negócio? Continue lendo o nosso post de hoje e descubra!

O que o neuromarketing pode fazer

A constante evolução tecnológica do mercado, aliada à crescente concorrência e competição entre as marcas, possibilitaram o surgimento de novas formas de pesquisas aplicadas ao marketing.

Para que uma marca atenda bem aos conceitos de marketing, é necessário que ela entenda os seus clientes, identificando ou criando desejos e necessidades para seus consumidores.

Outro fato marcante é que as propagandas precisam encontrar um novo meio de destaque entre tantas marcas que aparecem nas mídias diariamente, a fim de conquistar a atenção do consumidor. Muitas vezes, ao se deparar com campanhas publicitárias, as pessoas acabam por lembrar-se apenas temporariamente de uma determinada marca mencionada. Isso demonstra que são poucas as marcas realmente duradouras na lembrança de um consumidor. Quando uma marca não se consolida em sua memória, é possível que ela seja facilmente trocada por outra no momento da compra.

Entendendo a mente do consumidor

O cérebro humano funciona a partir de estímulos cognitivos e sensoriais. Dilemas do dia a dia entre as empresas e a sociedade, em relação ao comportamento x consumo e entre as emoções x sensações que uma marca evoca, produzem comportamentos complexos que a neurociência procura explicar, a partir das pesquisas de neuromarketing.

De acordo com Pedro Camargo, em seu livro “Comportamento do Consumidor – a Biologia, Anatomia e Fisiologia do Consumo”, cerca de 95% ou mais do processamento das informações no nosso cérebro acontecem de maneira inconsciente. Isso quer dizer que, se fizermos uma pesquisa perguntando à uma pessoa o porquê ela escolheu uma determinada marca em detrimento de outra, ela não saberá explicar completamente o que sentiu após a tomada de decisão. E é aqui que o neuromarketing começa.

A neurociência, também chamada de ciência neural, estuda o sistema nervoso e o funcionamento do cérebro. Com o avanço do neuromarketing, foi possível um entendimento mais amplo a respeito do porque os consumidores decidem-se por uma determinada marca preferida e seu consequente sucesso, como também sobre o fracasso de outras que englobam o universo das marcas e que não são tão vendidas.

Além das pesquisas de mercado realizadas por empresas interessadas em saber o que movimenta os desejos de seus clientes, para descobrir mais sobre as motivações ocultas do subconsciente da mente humana, o neuromarketing também pode ser utilizado para complementar essas questões de maneira mais objetiva.

Tudo começou na década de 90 na Universidade de Havard, a partir das pesquisas de um médico chamado Gerald Zaltman. Ele utilizou uma máquina de ressonância magnética para descobrir as marcas e produtos favoritos de uma pessoa, observando suas atividades cerebrais. O ponto importante aqui, foi a possibilidade do experimento em permitir entender melhor a atividade mental de uma pessoa, e principalmente, como seus instintos e suas emoções são processados de maneira inconsciente.

E por isso, concluiu-se que as escolhas dos consumidores são bem mais complexas do que se pensava, e as respostas encontradas com o neuromarketing iam além dos dados alcançados apenas a partir das entrevistas e da observação dos consumidores nas pesquisas de mercado. Entender que as pessoas tomam decisões e possuem desejos de forma inconsciente, faz com que a publicidade seja melhor direcionada estrategicamente para os consumidores.

De acordo com o site Neuroscience Marketing, em termos de neuromarketing, o ser humano possui o desejo de fazer parte de um ou mais grupos, pois o nosso cérebro é programado para isso. Steve Jobs utilizou muito bem esse conceito na Apple, já que fazer parte do rol de clientes que possuíam um aparelho da marca podia fazer com que os consumidores passassem horas em uma fila, apenas para conseguir comprar um iPhone novo. Além disso, os clientes da Apple adquiriam com frequência uma certa antipatia por grupos de pessoas que escolhiam comprar aparelhos de marcas que não fossem da Apple.

O debate criado por Steve Jobs segmentou os consumidores da Apple versus os de outras marcas, e acabou por criar uma legião de fãs que elevaram seu status além do número de vendas, tornando-se um produto desejado por milhares de pessoas em todo o mundo.

Utilizar-se de técnicas de neuromarketing pode levar o seu negócio a um nível mais preciso de estratégias de marketing, e é algo a ser realmente considerado em seus negócios.

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