5 técnicas de Black Hat SEO que você não deve usar

5 técnicas de Black Hat SEO que você não deve usar

Black Hat SEO, são práticas de estratégias agressivas usadas em websites para conseguir resultados e visualização de forma muito rápida, aparecendo nos resultados do Google. Essas estratégias são contrárias às diretrizes de rankeamento do Google, mal vistas no meio digital e designadas como práticas ilícitas de SEO.

Interessados somente na otimização dos mecanismos de busca, os sites que adotam essas atividades não entregam conteúdos relevantes ou de qualidade, por isso, o comprometimento com as pessoas que acessam é nulo. A entrega de conteúdo possui apenas interesse no rankeamento do site através dos buscadores, nos cliques e views que o site pode receber.

O termo Black Hat vem do universo dos hackers e significa atividade ilegal, invasão de computadores, roubo e exposição de banco de dados, chantagem, corrupção, criação de vírus e tudo que há de errado na internet.

Separamos neste post algumas técnicas de Black Hat SEO ainda encontradas na internet brasileira, para explicar melhor o porque você não deve usá-las em seu site.

Black Hat SEO x Search Engines

Não há dúvidas que encher o conteúdo do seu site com palavras chaves bem ranqueadas trará vizualizações, no entanto os mecanismos de busca como o Google estão se tornando mais poderosos para detectar esse tipo de prática.

As penalidades aplicadas podem ser muito pesadas e tornar o seu site mal rankeado. O Google, por exemplo, desde 2011 desenvolveu um sistema de penalidades, a partir das atualizações do Google Panda e do Google Penguin. A gigante americana atualiza regularmente seus algoritmos para identificar o Black Hat SEO.

Black Hat SEO é o inimigo do seu site

É altamente recomendável evitar as práticas de Black Hat SEO, e assim não desrespeitar o regulamento do Google. 

Como explicado anteriormente, o desrespeito deste regulamento, leva a uma penalidade do Google, no posicionamento do seu site nas páginas de resultados do mecanismo de busca.

Na pior das hipóteses, um site duvidoso pode até mesmo ser banido de todas as páginas de resultados de motores. Em 2011 e 2012, ao configurar o filtro Panda e o filtro Penguin, o Google publicou um documento listando as práticas a serem banidas.

Assim, mesmo que o Black Hat SEO o ajude na primeira vez a acelerar os resultados em relação às práticas de SEO, o seu site também será penalizado pelo Google e descerá do ranking de busca ainda mais rápido.

Quais são práticas evitar?

A lista de práticas proibidas é registrada em um documento de acesso aberto, para que todos possam estimar as consequências de uma ação, para melhor ou mais rápido referenciar seu site.

Desta forma, as práticas são listadas pelos mecanismos de busca para disseminar informações para o maior número de pessoas possível. Por exemplo, as diretrizes para webmasters do Google.

Mas para que você não caia de cabeça no estabelecimento de uma prática proibida, aqui estão cinco técnicas do Black Hat SEO para não fazer.

  • Cloaking : Cloaking ou “camuflagem” é quando o site apresenta duas versões diferentes de conteúdo, uma para os robôs indexadores do Google e uma pro usuário. Com o intuito de melhorar o posicionamento de um site nos resultados de busca, o webmaster esconde parte do código, deixando-o invisível ao olho do consumidor, mas ainda visível para o Google. Um código escondido e repleto de palavras-chave significantes.
  • As páginas de satélite (doorway pages): Doorway pages são páginas que quando abertas, te redireciona para outro site. Essa ferramenta é muito utilizada na internet para conseguir acessos ao site desejado.
  • Textos e links ocultos: Consiste em criar um texto com a mesma cor do fundo do seu site, para torná-lo legível pelos mecanismos de pesquisa, mas invisível para os usuários. Links ocultos funcionam de forma idêntica ao texto oculto, mas com links. Os links são da mesma cor do site. É nos textos ocultos que encontramos o famoso Keyword Stuffing, quando há muitas palavras chaves relacionadas escondidas no texto. Essa prática fraudulenta também é proibida pelo Google e muito simples de identificar, pois não é necessário abrir o código fonte da página, basta selecionar os espaços suspeitos e conseguirá ler o texto oculto.
  • Fazendas de conteúdo: Fazendas de conteúdo são sites e páginas que publicam muitos textos de baixa qualidade, um após o outro, com o objetivo de gerar tráfego e posicionar-se em diversas palavras-chave. Esses textos não têm relação uns com os outros e as páginas não têm coerência. Os farms de conteúdo geralmente não fornecem informações úteis aos usuários.
  • Práticas que mudam de acordo com os motores: A lista de práticas reprovadas pelos mecanismos de pesquisa é substancialmente a mesma entre os mecanismos, não apenas porque muitos usam os mesmos algoritmos de pesquisa, mas também porque essas práticas estão sendo desativadas para o conforto da navegação dos usuários. Assim, se você quiser referenciar seu site mais rápido graças ao Black Hat SEO, pensando que somente o Google o sanciona, saiba que o Bing e o Yahoo irão aplicar a mesma política.

Como os motores são apenas robôs e não podem controlar tudo, existe um formulário pelo qual um usuário pode informar o mecanismo de práticas inescrupulosas de outro site. Esse modo de operação encontra seu significado no fato de a Internet ser uma comunidade onde todos devem estar vigilantes.

Chaves para evitar o Black Hat SEO involuntário

Agora estamos certos de que você não cederá às sirenes do Black Hat SEO deliberadamente. No entanto, é possível usá-lo sem perceber. Para evitar o Black Hat SEO involuntário, procure conhecer bem antes de fazer algo que está com dúvidas.

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